
Resposta direta
MEI costuma sair mais barato e mais simples pra quem já presta serviço com regularidade — o DAS é fixo e baixo, e o CNPJ facilita emitir nota pra empresas. Autônomo com Carnê-Leão faz sentido pra quem tem renda variável, baixa ou recebe majoritariamente de pessoa física, situações em que abrir CNPJ pode não compensar ou nem ser permitido pela atividade.
Resumo executivo
- MEI: DAS fixo baixo, CNPJ próprio, mas exige atividade permitida na lista do MEI.
- Autônomo: sem CNPJ, paga INSS proporcional à renda (11-20%) e IR pela tabela progressiva via Carnê-Leão.
- Empresa que contrata prefere CNPJ (MEI) a recibo de autônomo, por simplicidade fiscal.
- Atividade não permitida no MEI (ex.: algumas profissões regulamentadas) obriga o caminho de autônomo ou ME.
Neste artigo
A diferença na prática

| Critério | Autônomo (Carnê-Leão) | MEI |
|---|---|---|
| CNPJ | Não tem | Tem |
| INSS | 11-20% sobre o declarado | Incluso no DAS fixo |
| Imposto de Renda | Tabela progressiva mensal | Isento até o teto do MEI |
| Emissão de nota | RPA (recibo) | Nota fiscal eletrônica |
| Atividades permitidas | Qualquer profissão | Lista fechada do MEI |
Quando cada opção faz mais sentido
Quem presta serviço com regularidade pra empresas costuma sair ganhando com o MEI: o DAS fixo geralmente é mais barato que o INSS proporcional do Carnê-Leão, e ter CNPJ facilita a contratação — muita empresa prefere nota fiscal a recibo de autônomo por questão de departamento pessoal e retenção.
Já quem tem renda baixa, variável, ou atua numa profissão regulamentada fora da lista do MEI (algumas engenharias, por exemplo) não tem escolha: segue como autônomo ou abre uma ME no Simples Nacional.
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Agendar diagnósticoFontes oficiais
- Portal do Empreendedor — lista de atividades permitidas no MEI
- Receita Federal — regras do Carnê-Leão e tabela progressiva do IR



